Jadio Ferreira

 
 
 

“Nunca fui filiado a nenhuma denominação, embora eu tivesse frequentado por algum tempo a Assembleia de Deus, por causa da minha mãe e meu pai, que foram membros da Assembleia de Deus. Mas, eu nunca passei pelo batismo dela. Lia muito a respeito de várias religiões, desde espiritismo, mórmon, só nunca li nada, ou quase nada a respeito de islamismo, até mesmo porque eu não tinha acesso a nenhum tipo de literatura deles. Mas a mensagem quando cruzou o meu caminho foi após o meu casamento. Eu trabalhava em São Paulo, na cidade de Osasco. Morava numa casa lá, e financeiramente foi um período difícil e eu não podia comprar nem um rádio bom pra mim. Aí peguei emprestado com um colega um radinho de pilha. (risos) E eu tinha mania de ouvir rádio. Eu dormia com esse rádio no peito, ouvindo música. E como ele pegava melhor a Rádio Tupi lá de Osasco, eu ouvia mais a Rádio Tupi. Dormia com o rádio ligado, só que, na madrugada, por volta das 2:30 horas da madrugada, eu sempre acordava com uma pregação nessa emissora de rádio. Quem pregava era o Pastor Joaquim Gonçalves Silva de Goiânia, aliás, uns dos melhores evangelistas de rádio que conheci. Então eu ouvia a pregação dele e depois voltava a dormir. E muita coisa foi me chamando atenção. Até que um dia eu mandei uma correspondência para Goiânia, solicitando o que nós chamamos de literaturas. E recebi um livreto chamado De volta a Palavra Original e a mensagem O Sinal. E eu li primeiro a menor, De Volta a Palavra Original, e sempre gostei de ler. No final, cita o nome de William Marrion Branham.  E eu quis saber mais sobre esse “camarada”, eu mal  entendia o que era um profeta. E o que fiz: fui consultar as bibliotecas, e não vi nenhuma referência de William Marrion Branham. Então li a mensagem O Sinal, na época não entendi muito bem. No final do programa de rádio eles informavam o endereço da Igreja em São Paulo, era o Tabernáculo do Pastor Adil. Cheguei lá em um culto à noite, num fim de semana, e não vi nenhum pastor pregando. Mas ouvi ali uma fita de pregação e reconheci a voz do Pastor Joaquim. Então, após o culto, fui a diácono (irmão Édson) e perguntei sobre o Pastor. E ele me explicou que o Pastor Adil estava em um  Encontro de Pastores.  E eu continuei a pedir literaturas para Goiânia e a ir à Igreja lá, porém como a distância era muito grande e minha esposa estava grávida de minha filha, Cândice, eu não frequentava toda semana. E eu estava tentando voltar para o Rio de Janeiro. Um dia tive condições e comprei um rádio bem maior que o rádio do meu amigo. E no dia seguinte meu amigo pediu o radinho dele de volta. (Risos) Não cheguei a me batizar em São Paulo, mas peguei o endereço da igrejinha aqui do Rio de Janeiro, do Pastor Véber de Andrade Cordeiro. E assim que voltei pro Rio em 1982, (Eu conheci a mensagem em 1979), procurei a igreja e fui assistir a um culto. No término do culto, o Pastor Véber veio até mim e perguntou se eu estava passeando por ali. Então contei tudo pra ele. E logo em seguida pedi o batismo. Levei minha esposa e filha, e comecei a frequentar regularmente os cultos. Me batizei em Magé. Minha esposa e outros irmãos também. Eu me encontrava bem debilitado, na época eu já tinha um problema de intestino. E de lá pra cá, continuamos nessa comunhão, já faz um bom tempo!!! E Graças a Deus tenho me mantido nessa condição de crer. Já passei por muitos “perrengues”, já fui assediado com muitas interpretações da Mensagem, mas, tenho me mantido naquilo que o profeta diz, fique com o que está nas fitas. É o que eu faço. E hoje tenho meus filhos, Cândice, Júnior, William e Felipe, todos batizados. Agora tenho netos e estamos aí com o Pastor Véber, ao lado dele e junto com ele.”